“O terapeuta deve ter em mente que o paciente está ali para ser tratado e não para verificar uma teoria”
Pergunto a mim mesmo em que tempo os clientes gostariam de ver seus problemas resolvidos. Em um segundo, a maioria certamente iria escolher. Mas, uma boa e assustadora parcela escolheria a perenização do problema. Por 2 motivos:
1) a um porque para se resolver um problema tem que se reconhecer a sua existência e isto é um problema muito grande para uma parcela muito resistente a reconhecer que tem problema;
2) a dois porque também existe um sub-conjunto que prefere o tratamento à solução, o caminho que o fim… e como se necessitassem de alguns elementos para pertencerem ao sub-conjunto dos problemas, uma espécie de vocação esquista para o estado de vítima, vítmados por problemas que não podem ser resolvidos porque eliminaria este adorno necessário, esta espécie de brinco chamado problema.
Outro fato que me assusta, já não diz respeito aos donos dos problemas, mas aos operários da sua solução. A inversão do silogismo é uma constante. Primeiro estabelecem a conclusão depois partem em busca das premissas. Chamo a este vício de O Império da Teoria. Convivo com muitos Imperadores que habitam este Império. Tem graça viver em um reino onde todos são reis?
O texto que esta no topo, entre aspas e em negrito é do Jung o resto é meu mesmo, que leio Yung desde os 16 anos e nunca cheguei perto de entender.
Se você quiser tentar a sorte este livro pode lhe ajudar, é um importante lançamento:
Publicou um livro? Envia para o Dr. Negociação…. eu leio, eu comento!













