Nossos colunistas do Bolsa Agora: Danilo da investmax e o Juliano Carneiro, falam hoje sobre o “CB“
Vamos em frente! Um olho no D e o outro no J!
Juliano, queria saber o seguinte: Após um CB, a probabilidade de interromper a tendência de baixa é maior que do que a possibilidade da bolsa continuar em queda? Em termos gerais e não específicos, se fosse para apostar na alta ou na baixa após um CB, em que você apostaria?
Acredito que não tenha nenhuma relação técnica entre o CB e uma mudança de tendência. No meu entendimento, um CB de baixa, tem mais força para deixar o mercado em continuação da baixa e não reversão. Não me recordo de ter lido ou analisado nada à esse respeito.
O que vimos esses meses nos CB foram situações de queda forte e no mesmo dia recuperação violenta. Com relação ao CB na alta, tivemos uma grande alta em alguns destes dias e a Bovespa não parou.
Danilo, e você, o que pensa sobre: Após um CB, a probabilidade de interromper a tendência de baixa é maior que do que a possibilidade da bolsa continuar em queda? Em termos gerais e não específicos, se fosse para apostar na alta ou na baixa após um CB em que você apostaria?
Canal de tendencia, na minha opinião, é um nos melhores indicadores a seguir no longo prazo (claro que estou falando de canais no grafico diario e semanal, intraday, apesar da afirmativa tb ser verdadeira, obviamente, não tem a mesma importancia). Claro que outros pontos devem ser levados em conta para analisar o rompimento de um canal, como um fibonacci, volume, formação do candlestick, reversão de fundos descendentes por ascendentes, etc. Nesse caso a qualidade de reversão do canal é muito boa, e com alta probabilidade de acerto. Porém nunca deve-se perder de vista, que o principal objetivo, não é a análise dos “desenhos” dos gráficos e sim a do comportamento humano que está ocorrendo com os preços deste ativo, mercado e setor.
Denise Barroca, Colunista do post A BOLSA AGORA é investidora, escreve entre um clique e outro de seu homebroker.
O Dr. Negociação – A Bolsa Agora, quadro diário apresentado exclusivamente nos dias de pregão e os Colunistas também colaboram com seus comentários no Programa Dr. Negociação Tv, onde divulgam suas agendas de seminários e outros produtos de interesse dos investidores.
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O CB Adotado pelas bolsas brasileira foram em primeiro momento uma estratéia emergencial que seria temporária, porém desde sua primeira aplicação em 07/11/1997, ela foi acionada por mais de 10 vezes para amenizar quedas bruscas.
O Circuit Break é um dispositivo adotado que faz somente amenizar as oscilações e não impedi-las, quando os valores ultrapassam os limites pré-estabelecidos,
no caso da BOVESPA, o limite estabelecido para queda é de 10% (30 minutos de páralização) ou 15% (mais 1 hora de paralização) há essa interrupção, porem não há grandes expectativas para que a bolsa volte a subir após o CB, serve-se apenas para impedir movimentações bruscas em um índice de queda considerável.
A idéia do CB foi instituido na bolsa de Nova York para impedir essas grandes oscilações para “alta” ou “baixa”, tentando impedir mudanças superiores a 550 pontos, porem aqui na Bovespa somente foi acionado tal dispositivo em situações de baixa.
No Brasil, o CB está mais para um alarme dizendo WARNING do que para uma solução rápida nos dias de crise.
O Adriano é uma opinião de valor: ele é sócio e dirigente do Tora Tora, o Super Mercado do fututo, uma empresa inovadora que revoluciona o varejo. Se tivesse feito o IPI, indicava as ações da Tora Tora aqui em nosso post, sem a menor dúvida! Aliás, se até o Dr. Negociação virou sócio… só pode ser um ótimo negócio! Obrigado pela presença Adriano!