
Como nem todos tiveram a oportunidade de estar presentes ao último Maxi Mídia, vou nas próximas semanas fazer um resumo de um dos principais temas do evento: A Força da Baixa Renda.
Na semana passada, a crise financeira originada nos Estados Unidos assuntou mais uma vez o Mundo, mesmo depois da eleição do novo presidente, derrubando bolsas de valores planeta a fora.
No Brasil, as vozes se dividem quanto ao impacto desses movimentos por aqui. Enquanto uns pregam o pânico, outros, como eu, apostam na criatividade para sustentar o equilíbrio socioeconômico que o País conquistou nos últimos anos. De qualquer modo, há uma certeza: O crescimento do consumo popular – representado pelas classes C,D e E – é um dos fatores que devem ajudar o mercado brasileiro a atravessar qualquer cenário que se estabelecer sem que a nação sofra tanto quanto poderia no passado. A ameaça de crise não influencia diretamente o desejo de compra das classes populares, ao contrário do que muitos poderiam pensar. Alias o que está claro é que a maioria das empresas brasileiras ainda necessita se empenhar, e bastante, para compreender plenamente o potencial desse público.
Durante o Maxi Mídia foi divulgada a pesquisa: O Consumo Popular e as Marcas: Construindo Confiança para Gerar Valor, que lança luz sobre o processo de robustecimento de classe média e apresenta o caminho das pedras para quem precisa se comunicar com os emergentes.
Semana que vem vamos aos resultados do estudo.
O publicitário Carlos César Fernandes, da Agência Emigê, é Colunista do Blog Dr. Negociação. Toda quarta feira ele conversa com você sobre casos e cases do marketing.





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2 usuários respondeu esse post
Olá Carlos Cesar,
Eu falei na minha entrevista no programa Dr. Negociação que o mercado do luxo mexe com desejos, emoções e esses sentimentos se encontra em qualquer classe social e os empresários que prestarem mais atenção no consumidor “emergente” e usar de criatividade para atrair esse público, só terá vantagens, vide a nova grife da terceira geração da Daslu, a grife 284, que teve seu primeiro desfile no Claro Rio Summer semana passada, é uma moda jovem, bonita e barata, mas com as mesmas qualidades das outras marcas de luxo da Daslu, só que voltada para o público que não tem o bolso tão abastado, mas que tem desejo de consumo e porque não bom gosto?!, com certeza eles estão enxergando nas classes emergentes um consumidor em potencial.
Bjo
Recebo o informativo da Itamaraty – sou contadora – em J.Pessoa-Paraíba, Capital em fase de desenvolvimento. Concordo que a classe emergente tem desejo de consumo e compra o que gosta, mesmo em parcelas.
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