CONTRATOS ASSINADOS NA PRIMAVERA DE 2008
REVISTOS NO RIGOROSO VERÃO DE 2009
Este post é dedicado a Eugênio de Lima e Pitella,
a conceituda consultoria de negócios na área da saúde
Este vídeo de apenas 11 segundos, é do pré-lançamento da CAMPANHA para a qual você será o nosso convidado:
Nota: esta campanha não aceita apoio partidário,
porque não pertence “à parte”, mas à toda a sociedade produtiva brasileira
Por todo o país uma onda de revisão de contratos assinados sob o rítmo alucinante de um acelerado 2008 está se manifestando neste insuportável calor do verão de 2009: a temperatura ambiente das negociações atingiu níveis muito nervosos.
O meio ambiente empresarial era sedutor e convidativo: se tornou hostil.
Planos de Expansões foram substituídos por Planos de Contingência.
O que foi contratado em um meio ambiente esta sendo re-negociado em outro.
Tudo, absolutamente tudo e todos se mobilizando para conter um risco sistêmico, o risco da inadimplência em dominó, o efeito cascata, o bater delicado das asas da borboleta se propagando de forma ampliada até que em alguma parte se manifesta já em tons de maremoto.
Teoria do Caos?

Tudo e todos mobilizados para evitar a QUEBRA DE CONTRATO.
Por todo o país um choque de negociações complexas se fez e se faz necessário para se evitar a QUEBRA DE CONTRATO.
Consultorias, entidades empresariais, associações setoriais, sites, blogs, veículos de comunicação, personalidades públicas, artistas, celebridades, muita gente boa e preocupada com os rumos da sociedade brasileira estão sendo convidados para se engajarem nesta campanha cívica, pública, a-política (no sentido de não partidária) mas absolutamente comprometida com o resgate da estabilidade do ambiente econômico, o realinhamento macro-econômico para se atingir o micro-ambiente de cada um dos contratos, assinados em uma conjuntura e re-estudados em outro.
A inadimplência de um vai provocar a inadimplência de outro.

Empresas perderam faturamento em janeiro e fevereiro.
Empresas paralisaram atividades produtivas em janeiro fevereiro e outras iniciam a paralisação em março por falta absoluta de pedidos.
Indústrias ocupam-se em reformas internas, manutenção de máquinas, pintura de parede… férias coletivas.
Aqui e ali notícias boas: algumas retomam a produção.
Mas, o fazem com materia prima estocada, retornam tímidas às compras. Então outras param, até que a onda positiva da retomada chegue sob a forma de pedidos em seus departamentos de compras.
Para muitas empresas, 2009 terá 10 meses de faturamento e 12 de despesas.
Enquanto isso, o risco sistêmico da Quebra de Contratos.
Lançamos uma campanha pública.
O Manifesto será publicado ao longo desta semana.
Neste Blog.
Você é nosso aliado, a campanha é sua: o país é nosso!

Posso contar com você?
Posso contar com o seu Blog? Com o seu site?
Posso contar com a sua entidade?
Posso contar com você?






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10 usuários respondeu esse post
É verdade, Dr. Nacir. E saber que uma boa negociação evitaria a “quebra de contarato”…levando-se em consideração o esforço desperdiçado na busca de clientes, os recursos, etç.
Vim aqui mais uma vez recarregar a fonte dessa energia cinética, essa quântica das ações acertadas que é a clara visão que o senhor nos oferece no mundo dos negócios sustentáveis, para informa-lhe que há um novo flesch sobre o Dr. Negociação lá no PlunkPlakZum.
Forte abraço!
Tarcício, o tema interessa a todos, une a todos, afeta a todos. Só não será do conhecimento de todos se não houver o engajamento e a ação pessoal de cada qual que compreenda, como você, que estamos em um momento especial e precisamos de regras especiais para a contenção dos problemas. Tanto regras gerais especiais (leis) como regras individuais especiais (planos de contingência).
Conto com você!
Dr. Negociação indiquei seu trabalho para receber vários Selos no blog Mente Inquieta Procura Resposta.
Para conferir basta entrar no Menu Selos e Selo.
Espero que goste!
Questionadora
Questionadora, obrigado pela homenagem. Adorei. Passei no Mente Inquieta Procura Resposta para pegar os selos e trouxe uma reflexão de Séneca que compartilho com nossos leitores: “Só Sente Ansiedade pelo Futuro aquele cujo Presente é Vazio”
Obrigado.
C
Caro amigo, Nacir!
Definitivamente, a Teoria dos Caos não pode e nem deve ser aplicada ao nosso país neste momento. É verdade que vivemos uma turbulência que, tenho certeza, os homens de bem e que amam o nosso país irão transformar em ceu de brigadeiro.
A natureza do sistema capitalista é de expansão e de crise, os capitalistas devem está preparados para quando chegarem os momentos em que a economia necessite de ajustes, como o momento atual. Para isso, é necessário que contratos sejam revistos, alguns sejam repactuados em valores e quantitativos, outros somente em valores enquanto que outros somente em quantitativos. Tudo isso faz parte de uma economia capitalista. Infelizmente, com todos esses problemas ainda não foi possível encontrar um regime melhor do que o regime capitalista, as experiências em alguns países comprovaram isso.
Nesse momento, é um período em que os grandes indivíduos, as cabeças pensantes de nosso país, devem se fazer mostar e agir para que esses problemas descritos em seu brilhante texto não se extenda, atingindo muito mais a nossa economia e o bem estar de nossa gente. Eu continuo acreditando piamente nas nossas autoridades, nos nossos empresários, nas nossas lideranças e na nossa população em geral para debelar essa crise. Eu imagino que o fundo do poço já foi atingido, estamos agora em ascendência.
Com a ação de todos na direção do crescimento e do desenvolvimento, voltaremos a ter o nosso país nos trilhos do crescimento onde homens de negócios (como você e muitos outros) poderão realizar os seus negócios não repactuando preços e quantitativos de contratos, mas fazendo novos contratos, aditando os existentes e gerando milhares ou milhões de empregos para na nossa população brasileira.
Abraços
Francisco Castro
Olá Francisco, estamos alinhados no mesmo posicionamento.Sou absolutamente a-político, no sentido partidário da expressão. Por isso me sinto totalmente à vontade de ser a favor do que é positivo e contra o que considero negativo. Quem traz no sangue qualquer espécie de fidelidade partidária não pode se dar ao direito de ser fiel ao seu sentido de certo e errado, será sempre fiel a um partido e às vezes infiel às suas próprias crenças, outras vezes infiel à sociedade, em nome da parte, do partido. Assim, a Campanha na qual estamos dando o ponta pé inicial, não é para criticar nada nem ninguém, é para verter luzes sobre um problema que se não revelado à sociedade brasileira contaminará outros setores gerando em cascata outros problemas. Vamos aplaudir o que tiver que ser aplaudido e verter luzes sobre o que precisa ser identificado: onde está o interesse público? Porque o dono da padaria tem que ser bom padeiro e também se interessar pelo êxito do açogueiro: estamos todos interligados, ao branco interessa o conforto do negro e ao negro interessa a empregabilidade do japonês. Estamos todos interligados. A economia conseguiu estabelecer a comunhão que as religiões perseguem. Opiniões do naipe do economista Fransciso de Castro sinalizam que a Campanha, antes de começar, já começou.
Apesar de não ser tão engajado no meio empresárial tenho sentido que alguns clientes do escritório onde trabalho estão mais tensos com essa movimentação hostil do meio.
Estou dentro pois acho que é prejudicial a toda população brasileira!
Pode contar com o Pensamentos Urbanos para esta campanha, e como disse apesar de não muito engajado sou um leitor acíduo da literatura relacionada ao campo do emprededorismo e para mim que estou começando a vida (ainda) pode ser um tanto quanto desencorajador para um futuro empreendimento. Obrigado por este norte meu caro amigo Dr Nacir.
Ótimo Atila, o problema é de todos e será melhor tratado se e quando todos tomarem conhecimento de sua existência. Um problema desconhecido é um problema sem tratamento. Assim, PENSAMENTOS URBANOS é fundamental para o êxito de nossa Campanha. Justamente porque é um veículo fora do segmento “empresarial”. Vazamos para fora de nossas fronteiras e isto é um ótimo sinal. Obrigado pelo apoio.
[...] A NEGOCIAÇÃO NOS TIROU DA BARBÁRIE [...]
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